Por quê escolher o Terapia da Palavra?

NOSSA EXPERIÊNCIA.  

Ao contrário de 90% dos cursos de escrita criativa, o Terapia da Palavra existe desde 2004. É de se supor que tenhamos aprendido bastante nesse tempo, não é mesmo? (E como aprendemos!) Fomos os pioneiros no Rio de Janeiro e hoje podemos dizer que cerca de 500 escritores começaram a escrever com a gente, que ajudamos muita gente que já escrevia bem a escrever melhor e, olha que coisa boa!, fizemos um monte de amigos nesse percurso.  

SUA PRÁTICA. 

Aqui você vai escrever. Há teoria, sim, claro, mas o foco é na produção. Além disso, trabalhamos com feedbacks individuais (por isso não temos turmas com mais de 12 alunos). Diferente dos outros cursos – online o off-line – nós vamos te ajudar a colocar as ideias no papel ou na tela do computador e depois vamos ler sua produção; opinando e comentando. Aqui você não vai encontrar só um monte de vídeos cheios de teoria sem um mapa. Nossa proposta é que caminhemos juntos. Por mais que não haja certo e errado em literatura, em linhas gerais, pois de fato não há, propomos um olhar atento para dizer onde você deve mergulhar mais fundo,  identificando seus pontos fortes, apontando os fracos e te dar uma mão pra escrever melhor (além de um monte de dicas legais, indicação de bibliografia, textos avulsos etc.).

O que é a Terapia da Palavra?

Uma Oficina de Escrita Criativa.

Escrever não é algo místico, um dom concedido a poucos. A partir de uma desconstrução dos aspectos que compõem o texto literário – tempo, espaço, personagens, tipos de narrador etc. – nossa Oficina de Escrita Criativa mostra caminhos para que todos possam melhorar seu relacionamento com as palavras.

Escrever criativamente é utilizar-se do cotidiano como fonte de inspiração; é ler grandes mestres e entender que caminhos percorriam até que conseguissem a tão idealizada “inspiração”.

Além disso, acreditamos que escrever faz bem. Você já pensou em ser escritor? Quer apenas se expressar melhor? Seu sonho é escrever um livro? Venha escrever com a gente e com mais um monte de gente que, como você, AMA palavras, frases, histórias e livros. (Ah, e a gente ama boas metáforas também.)  

Você poderá participar de um módulo regular da Terapia da Palavra (4 aulas) virtual ou presencialmente para começar.

Se já escreve com frequência, mas sente falta de um grupo de prática que tenha os mesmos objetivos que você, experimente participar de uma de nossas edições anuais do Clube de Autores, com duração de 12 meses e produções quinzenais. (Temos um grupo previsto para janeiro de 2018. Nosso Clube é uma verdadeira academia… de escrita!)

Se você já possui um pré-projeto, um rascunho, ou já tem uma boa ideia da história que vai contar mas ainda acha que falta agluma coisa, indicamos nosso Acompanhamento Literário, que alguns chamam de de Creative Coaching e outros de Mentoria.

Para uma análise crítica ou revisão do seu original, clica aqui.

Você poderá participar de um módulo regular da Terapia da Palavra (5 semanas) virtual ou presencialmente para começar.

Se já escreve com frequência, mas sente falta de um grupo de prática que tenha os mesmos objetivos que você, experimente participar de uma de nossas edições anuais do Clube de Autores, com duração de 12 meses e produções quinzenais. (Temos um grupo previsto para JULHO próximo. Nosso Clube é uma verdadeira academia… de escrita!)

Se você já possui um pré-projeto, um rascunho, ou já tem uma boa ideia da história que vai contar mas ainda acha que falta agluma coisa, indicamos nosso Acompanhamento Literário, que alguns chamam de de Creative Coaching e outros de Mentoria.

Para uma análise crítica ou revisão do seu original, clica aqui.

Escrever é sublimar. É onde descarrego com deleite minhas energias desnorteadas, me escuto, me valorizo, me desvendo, choro, rio e até acho que me basto. Escrever me faz muito bem! Como canta o Otto, “isso é pra viver”. Obrigada ao Terapia da Palavra por proporcionar pretextos para escrever mais e pelos delicados retornos. A troca com o grupo é bem interessante também para vermos como somos subjetivos: um mesmo tema desencadeia diversidade de ideias. Mas mais criativa mesmo é quem inventou esta oficina inovadora! Carol Machado

Ex-aluna do curso de Escrita Criativa e membro do Clube de Autores

Maria Rachel Oliveira   Só fui três vezes à Paris, mas amo aquele lugar como se tivesse nascido lá. Grampeio pacotes de biscoito. Tenho nariz torto, desvio de septo, sinusite. Uma vez, aos 15 anos, quando ainda tinha orelhas de abano, colei com super-bonder e uma delas soltou no meio de uma festa (pois é). Amo castanhas de Natal quentinhas, vinho tinto, suco de tomate temperado, fondue, carpaccio, queijo brie com ou sem geléia de damasco, bolo quente com manteiga e waffle com mel. Libriana típica, não consigo escolher com certeza absoluta nem sabor de Donut. Tento fazer alguma literatura, mas sou melhor em ensinar do que em aprender. Clarice Lispector é a única pessoa que eu gostaria de ter sido além de mim. Sou nostálgica de nascença. Já quase fui pianista, mas estou muito enferrujada. Detesto ficar com as unhas por fazer. Sou futuróloga, taróloga e astróloga auto-didata. Já operei de apendicite. Ronco. Coca-cola addicted. Adoro iluminação indireta e Klimt. Já tricotei um cachecol. Amo mandalas e vitrais de igrejas. Detesto bicho voando perto de mim. Nasci em 1972. Morei no interior dos Estados Unidos e falo inglês com sotaque de caipira. Adoro bebês gordinhos e fofinhos e adoro mais ainda seus pezinhos rechonchudos. Sou Maria, neta de Maria, filha de Maria e mãe de Maria. Prefiro os barulhos da noite. Queria ter vivido nos anos 20 pra usar camélias nos cabelos. Ainda aprendo uns passinhos de tango nessa vida. Babo por art-nouveau. Gosto de azul, de rosa e dos lilases que ficam no meio do caminho. Amo cheiros de lavanda e de alfazema e velhinhos fofinhos e velhinhas de chapéu. Nunca gostei de dormir cedo, e de acordar menos ainda. Perguntas sem resposta me incomodam e eu escrevo para tentar me entender e entender esse mundo que nos cerca e do qual eu frequentemente duvido fazer parte – noutras tantas vezes tenho certeza de ser exatamente o contrário. Sou tinhosa. Banho de banheira com espuma, sais, à luz de velas e sem hora de vez em quando é coisa fundamental para minha sobrevivência. Gosto de cantar dirigindo. Amo fotografia. Sou desorganizada e cacarequeira; adoro bobagens de papelaria e papel velho. Sou tarada por sapatos e já me apelidaram de Imelda Marcos. Só gosto de chuva que faz barulho. Arco-íris me perseguem e acontecem em quase todos os meus aniversários. Sou uma jornalista formada pela Uerj em 1994 que sempre adorou procurar sarna pra se coçar. Fiz a primeira pós-graduação em Marketing (ESPM 1996) e a segunda em Literatura Brasileira (Unesa 1999), quando já achava que o jornalismo não me fazia escrever, nem ler, o suficiente. Não bastando, ousei ainda tentar entender os mistérios da cabeça de toda gente e fui me formar psicanalista no instituto Formação Freudiana. O Terapia da Palavra nasceu em meados de 2004 quando ainda estava cursando esta terceira pós, sob a orientação do genial Chaim Samuel Katz. Um dia, debruçada sobre os escritos catárticos de Fernando Pessoa e Clarice Lispector, entre outros, resolvi me aprofundar no tema – já despertado antes – da escrita como forma de cura, através do autoconhecimento e da expressão da criatividade. Em 10 anos de história já foram mais de 40 turmas, sempre limitadas a 12 participantes, alguns projetos, diferentes parcerias de trabalho, muitos alunos publicados, alunos reincidentes e, oba!, muitos amigos.

 

André Salviano Na certidão de nascimento está pardo, mas por conta dos olhos puxados todos achavam que minha ascendência era asiática. Japa, Chininha, Jiraya, Jaspion, Jack Chan, Jet Li e qualquer outro epíteto com ligação nipônica ou daquelas bandas já me foi atribuído. Houve quem me chamasse de indiozinho, uma ex-namorada, e outros de Samuel Rosa. Técnico em eletrônica, já quis ser jogador de futebol e cantor. Torcedor apaixonado pelo Flamengo, perdi a conta de quantas vezes já esteve no Maraca pra prestigiar O Mais Querido. No colégio pratiquei futebol de salão, handebol e atletismo, Corri no Célio de Barros em jogos escolares, infelizmente o estádio será demolido e virará apenas história. E por falar em história, adoro conta-las. Cheguei a flertar com a Engenharia na UFF, só que a Literatura falou mais alto num teste vocacional e no coração, e assim me tornei bacharel em Letras, pela UFRJ. Mas como a vida é irônica, a Literatura ficou sendo meu CPF, enquanto a tecnologia (redes de computadores e geotecnia, uma área da engenharia civil) se encarregou de ser meu CNPJ. Fui professor voluntário num pré-vestibular comunitário lotado na Unirio, por três anos. Lecionando a matéria de Literatura Brasileira.   Fui casado, não tenho filhos, plantei uma árvore e estou escrevendo meu primeiro livro, depois de participar de várias antologias, prosa e poesia, mídia impressa e eletrônica. Escrevo na Confraria dos Trouxas às terças. E durante algum tempo escrevi no 4 Pecados, blogue de textos eróticos que está parado, mas pode voltar a qualquer momento.   Admirador da alma feminina, e do corpo idem, tenho nas mulheres minha maior inspiração e a força pra seguir. As mulheres da minha vida com posto imutável e vitalício são: Minha mãe, a irmã e a sobrinha, que também é afilhada. Sagitariano que não sabe o ascendente, curto programas ao ar livre, praia, ler, escrever, música, shows, teatro, cinema, barzinhos e boa companhia. Conversar nunca há de bastar. Sempre teremos sobre o que falar. Boêmio de carteirinha e folião nato, meu roteiro de blocos, apelidado de Agenda CarnaSal, é sempre aguardado pelos amigos. Toca caixa no Bloco do Sargento Pimenta, onde une as paixões Beatles e Carnaval. Ama Quintana e Machado, mas queria mesmo era ter nascido Chico Buarque. Não acredito em amor à primeira vista. E sempre que estou distraído costumo me apaixonar. Ser carioca é um prazer. E flanar pelas ruas do Rio uma necessidade. Depois de ter lido o Noturnos da Lapa, de Luís Martins, volta e meia me pego caminhando por ela, nos anos 20. Ainda não sei o que vou ser quando crescer. Dou bandeira com os olhos, e gosto de recitar poemas sem ter plateia. Choro em filmes românticos, e me envolvo com os personagens dos livros que leio. Gosto de suco de melancia e do pôr do sol do Arpoador. Moro em Laranjeiras, mas vivo na Lapa.